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Durante reunião do Coleprecor, ministro Alberto Balazeiro incentiva ampliação do Programa de Aprendizagem nos TRTs

Tema foi pauta da 2ª Reunião Ordinária de 2026 do colegiado, na última terça-feira (24), em Brasília

Durante a 2ª reunião do Colégio de Presidentes e Corregedores (Coleprecor) promovida na última terça-feira (24), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), o foco se voltou para o fortalecimento da aprendizagem dentro da própria instituição. O coordenador nacional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem, ministro Alberto Balazeiro, apresentou aos tribunais a importância de ampliar a presença de jovens aprendizes nos quadros da Justiça do Trabalho.

O ministro destacou que, além de ser um compromisso social, a iniciativa transforma a realidade de muitos adolescentes. “Esse programa tem gerado resultados imensuráveis na vida de muitos adolescentes e o empenho dos regionais nessas contratações é essencial para o seu fortalecimento”, afirmou, colocando a coordenação nacional à disposição para apoiar os tribunais na busca por condições que viabilizem essas oportunidades.

“Agradeço à presidente Herminegilda a oportunidade de poder tratar com os presidentes e corregedores sobre o tema da aprendizagem em duas frentes: a primeira frente, sobre a atuação finalística do Tribunal, uma articulação social através de feirões de aprendizagem; e uma outra frente, que é a contratação interna de aprendizes. A meta desse ano é que todos os tribunais tenham aprendizes”, ressaltou o ministro Alberto Bastos Balazeiro.

Impacto social e transformação

A experiência positiva de tribunais que já possuem programas consolidados também foi compartilhada no encontro. A presidente do TRT de Santa Catarina (12ª Região), desembargadora Teresa Regina Cotosky, ressaltou que a iniciativa oferece esperança e novas perspectivas a jovens em situação de vulnerabilidade. Segundo a magistrada, o impacto do programa vai além do aprendizado profissional: ele promove justiça social e beneficia também as famílias dos participantes.

Ao incentivar a aprendizagem, a Justiça do Trabalho reforça seu papel educativo e cidadão, servindo de exemplo para a sociedade e contribuindo diretamente para a erradicação do trabalho infantil por meio da profissionalização protegida.