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Colégio de Presidentes(as) e Corregedores(as) dos Tribunais Regionais do Trabalho

Coleprecor reflete sobre comunicação, memória e vida institucional a partir do livro “Palavras do Presidente”, de Valdir Florindo

Lançamento do livro foi realizado na manhã desta terça-feira (22), durante 7ª Reunião Ordinária de 2026

O lançamento da obra “Palavras do Presidente”, na manhã desta terça-feira (22/9), fez parte da programação da 7ª Reunião Ordinária de 2026 do Colégio de Presidentes(as) e Corregedores(as) dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), que está sendo realizada no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ). A obra é de autoria do desembargador Valdir Florindo, presidente do TRT da 2ª Região (SP).

Ao apresentar a publicação, o magistrado falou sobre a origem do livro e a relação com sua trajetória à frente do TRT-SP. Questionado sobre quanto tempo levou para escrevê-lo, respondeu: “62 anos”. “Era o discurso de toda uma vida”, explicou, destacando que o livro reúne experiências e ideais que o acompanharam até aquele momento. A obra conta com apresentação assinada pelo ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski.

Entre os temas abordados na publicação estão a pejotização, a uberização e o trabalho em plataformas digitais. Segundo o desembargador, essas questões refletem transformações nas relações de trabalho e suscitam debates sobre proteção social e responsabilidade.

Memória institucional 

A organização da obra levou, ainda, à reflexão sobre a preservação da memória institucional. Nesse contexto, o magistrado destacou a importância das diretrizes de gestão documental do Poder Judiciário, mencionando a Resolução 324/2020 do Conselho Nacional de Justiça, e a necessidade de preservação e divulgação da história judiciária.

Valdir Florindo ressaltou que o Coleprecor seria o espaço adequado para compartilhar a experiência de organização da publicação, justamente pelo caráter de troca e aprendizado do colegiado. Nesse contexto, destacou que registrar as experiências das administrações também integra a responsabilidade institucional e contribui para preservar a memória dos tribunais.